quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dilma Rousseff rejeita encontro com Ahmadinejad. Iraniano vai encerrar carreira em 2013

 
ALEF News: Israel e o mundo judaico: http://www.alefnews.com.br
 
Ano 17 | Edição 1.667 | 20 de junho de 2012 | Quarta-feira
Direção: Mauro Wainstock e Tania W. Benchimol
 
     
 
 
 
 
 
 
Dilma Rousseff rejeita
encontro com Ahmadinejad
Iraniano vai encerrar carreira política em 2013
A decisão da presidente Dilma Rousseff de rejeitar uma audiência oficial com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, durante a "Rio+20", deixou tensa a relação Brasília-Teerã. Nos bastidores da conferência, o clima entre os delegados dos dois países não poderia ser pior.
De acordo com o jornal alemão "Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung", Ahmadinejad encerrará sua carreira política quando terminar o segundo turno do seu mandato, no final do ano que vem, e voltará à Universidade. Ele explicou que não poderá disputar as eleições em junho de 2013 por causa do prazo para governar. Perguntado se retornaria no futuro, respondeu: "Não, oito anos são suficientes".
Dias atrás, protestos contra a presença do iraniano no Brasil reuniram centenas de manifestantes e foram amplamente noticiados pela imprensa. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também cancelou a inauguração de uma réplica das colunas de Persépolis doada pelo governo do Irã, alegando que o local ainda não estava totalmente pronto para a cerimônia. Já a vereadora Teresa Bergher, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, revelou que vai propor um projeto de lei para considerar Ahmadinejad "persona non grata" na capital fluminense.
Confederação Israelita do Brasil publica
anúncios na grande mídia em repúdio
à vinda de Ahmadinejad à "Rio+20"
A Confederação Israelita do Brasil, em parceria com entidades federadas, publicou hoje (dia 20 de junho), anúncios de meia página na Folha de São Paulo (página A13) e no Estado de São Paulo (página H3) em repúdio à presença do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na "Rio+20". A publicação apresenta dez motivos para se preocupar com os atos de Ahmadinejad e pede ao presidente do Irã que aproveite sua presença em um país em que a liberdade de expressão é respeitada, para explicar as violações dos Direitos Humanos no Irã. Amanhã (dia 21 de junho), o anúncio será publicado no jornal Zero Hora.
Lixo monitorado
Do blog do jornalista Claudio Humberto: "O lixo atômico do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, escolheu a dedo sua comitiva para a Rio+20: pelo menos um atual e cinco ex-assessores diretos dele têm mandados de prisão da Interpol, por conexão com o atentado a bomba que há 18 anos matou 85 pessoas em Buenos Aires".
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Empresa israelense "eWave MD" lança no Brasil soluções em telemedicina - O software "Artec" é um sistema de e-saúde desenvolvido pela israelense "eWave MD". Trata-se de um consultor que possibilita atendimento e consultas médicas remotas. Isso é possível por meio de sua capacidade de conectar-se a diversos aparelhos de diagnóstico. A solução é segura e funciona como um banco de dados dos pacientes, já que cada vez que existe uma consulta as informações são arquivadas para facilitar futuros atendimentos. O software dá acesso instantâneo a diagnósticos, identificando o tratamento mais indicado, e oferece uma grande gama de ferramentas, que são fornecidos como parte da solução e que podem ser adquiridos de acordo com a necessidade de cada local. Videoconferência, medidor de temperatura do corpo, medidor de pressão não invasivo, estetoscópio eletrônico, microscópio e eletrocardiograma são algumas das funcionalidades do sistema.
Empresa israelense é destaque no "Scientific American" - Quando o site da revista "Scientific American" discorre sobre os avanços da inteligência artificial nos últimos 50 anos, destaca dois supercomputadores da IBM --o Deep Blue (que ganhou um torneio contra um campeão de xadrez) e o Watson (que ganhou um game show de conhecimentos gerais) -, mas também fala de uma empresa israelense, a "Mobileye". O poder desta última se concentra em um chip de apenas um centímetro quadrado chamado "EyeO". O algoritmo do chip é capaz de interpretar em tempo real o que uma câmera simples instalada em automóvel captura, para evitar acidentes ou reduzir seu impacto. Ele calcula, por exemplo, a velocidade relativa em relação ao carro mais próximo, identifica os pedestres e freia automaticamente. De noite, alterna entre farol alto e farol baixo a depender do trânsito encontrado. A tecnologia da "Mobileye" já está em uso em alguns modelos da GM, BMW e Volvo, e está disponível como opcional em carros da Citroën e Honda. Até setembro, um milhão de veículos equipados com o sistema estarão circulando. O sistema foi incluído na lista dos 45 inventos israelenses mais importantes.
Ameaça de bomba perto de sinagoga em São Paulo - Ontem (dia 19 de junho), em frente a uma sinagoga de São Paulo, uma equipe do Grupo de Ações Táticas Especiais detonou uma mala, que estava vazia.
"Prêmio Nobel da Paz" Elie Wiesel devolve condecoração húngara - De origem romeno-húngara, e sobrevivente do genocídio nazista, ele devolveu uma condecoração ao governo húngaro em consequência da reabilitação de ex-nazistas por Budapeste. E ainda declarou estar "escandalizado" com a participação do presidente do Parlamento húngaro, Lazlo Kover, membro do partido governista, do primeiro-ministro Viktor Orban, em uma cerimônia para repatriar a sua cidade natal (atualmente na Romênia) as cinzas do escritor húngaro pró-nazismo Jozsef Nyiro. "Estou inquieto e escandalizado com o fato de o senhor ter participado, ao lado do secretário de Estado para a Cultura, Geza Szocs, e do presidente do partido de extrema-direita Jobbik, Gabor Vona, na cerimônia organizada em homenagem a Jozsef Nyiro", destacou. Nyiro era membro da direção do partido nazista. O governo húngaro considerou o "caso Nyiro" como "não político", pois seria apenas uma "questão de homenagem póstuma". Sob o comando do almirante Miklos Horthy, aliado da Alemanha nazista, foram adotadas leis antissemitas na Hungria e mais de meio milhão de húngaros de origem judaica foram vítimas do genocídio. Em 1944, Elie Wiesel e sua família foram deportados pelos nazistas e os fascistas húngaros para o campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia, onde seu pai, sua mãe e uma de suas três irmãs foram assassinados.
"Festival de Ópera de Israel no Mar Morto" - Centenas de pessoas participaram da apresentação ao ar livre de "Carmen de Bizet", realizada em Massada. A produção, a maior já organizada em Israel, para um público de 7.500 pessoas, e um elenco de mais de 400 solistas, coros, atores, bailarinos, artistas e até animais, foi projetado para integrar harmoniosamente no cenário do deserto. Fotos: Yossi Zwecker.
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Nazismo no futebol
A Federação Croata de Futebol foi multada em 80 mil euros pela conduta racista de seus torcedores na "Euro2012". A Alemanha também está sendo processada. Os torcedores de ambos os países entoaram cânticos e exibiram símbolos nazistas durante partida de suas seleções. Esta semana, a deputada socialista holandesa, Ermine Bozkurt, denunciou que, em um treino na Polônia, jogadores negros da seleção de seu país foram insultados por espectadores que imitaram sons de macaco. As práticas discriminatórias de torcedores também chamaram a atenção do relator especial da ONU sobre Racismo, Xenofobia e Intolerância, Mutuma Ruteere, que pediu aos governos e federações esportivas para combaterem os grupos racistas já que, nos estádios, há diversas torcidas organizadas assumidamente neonazistas. Durante o campeonato ucraniano deste ano, um grupo de torcedores do Chornomorets Odesa fez a saudação nazista. Na Polônia, a torcida "Legião Branca", do time Legia, e a do Lech Poznan exibem símbolos e imagens nazistas. O jornal The Guardian denunciou torcidas polonesas que cantam "morte aos judeus" em estádios.
A Eurocopa e a diplomacia da bola
Michael Goldfarb, escritor, jornalista e radialista
A Eurocopa 2012 deveria ser uma comemoração decisiva não apenas do futebol, mas também do renascimento da Polônia e da Ucrânia, os dois países que mais sofreram no conflito entre os polos gêmeos do totalitarismo no Século XX: o nazismo e o comunismo soviético. Mas uma escuridão ainda permeia os dois países. Em uma recente visita à Polônia e à Ucrânia, não pude deixar de me surpreender com isso. Em Varsóvia, que eu tinha visitado rapidamente 17 anos atrás, fiquei surpreso ao ver como o passado ainda envolve a fachada próspera da cidade. Existem monumentos pesados e agônicos por toda parte: aos mortos no levante de Varsóvia, aos caídos e assassinados no Leste, aos mártires de Katyn. Cada passo dado pelo turista parece conduzi-lo em uma excursão pelo sofrimento polonês. Em Lviv, na Ucrânia Ocidental, lugar que eu nunca havia visitado, encontrei a escuridão na alma das pessoas. A cidade sobreviveu ao pior da guerra. Seu centro medieval perfeitamente preservado é rodeado por um cinturão de grandes avenidas e arquitetura imperial austro-húngara. Mas as várias conversas com habitantes de todas as camadas revelam que elas olham para o passado nos tempos difíceis. Talvez isso fosse de se esperar, dada a destruição catastrófica sofrida pelos dois países, mas levou muitos a uma visão de mundo que é uma perversão da regra de ouro: faça aos outros o que os outros fizeram a você. Isso fica mais evidente na cultura que cerca o futebol. Racismo, xenofobia, ódio aos judeus, tudo se manifesta em campo. Por que esse ódio é tão forte faz os historiadores sociais arriscarem respostas.
Jan Olaszek, do Instituto Nacional da Memória da Polônia, diz: "As pessoas não conhecem a história. Elas conhecem estereótipos". É o que está por trás de um dos mais estranhos fenômenos da vida contemporânea na Polônia, o que Olaszek chama de "antissemitismo sem judeus". A Polônia foi o centro do Holocausto. Virtualmente não restaram judeus no país, mas o antissemitismo persiste. É o que Olaszek quer dizer com estereótipos: "Alguns poloneses pensam que todos os judeus eram comunistas". Zhid kommune (judeu comunista) ainda é um epíteto comum na Polônia. É um sinônimo da era soviética. Mas aí também está o velho estereótipo, e é o que se exibe nos estádios de futebol. Lá, "judeu" é um termo agressivo, uma maneira de dizer aos torcedores do outro time que não são realmente poloneses, que são outra coisa, algo menos que humanos. A feiura é tolerada. Em Rzeszow, no ano passado, ergueu-se uma enorme faixa que dizia "Morte aos narizes de gancho", ilustrada por uma caricatura grotesca de um judeu barbado com um longo nariz curvo, usando um yarmulke. "Não havia judeus naquele estádio", diz o ativista antirracismo Rafal Pankowski, editor da revista polonesa Nunca Mais. "Nem a segurança do clube nem a polícia pediram que os torcedores retirassem a faixa. No caso da segurança, talvez fosse insensibilidade: é assim que os torcedores agem em todo lugar, qual o problema?"
No caso da polícia, Pankowski indica que havia razões suficientes para retirar a faixa e deter os que a exibiram. "A manifestação antissemítica é contra a lei na Polônia." Mas a polícia também poderia não ter visto que havia algo errado. Uma faixa como aquela é considerada normal. O mesmo tipo de feiura existe do outro lado da fronteira, na Ucrânia, onde os torcedores se agridem chamando-se mutuamente de judeus. Mas na Ucrânia, ao menos, quem quer extrapolar o que acontece na sociedade de acordo com o comportamento das torcidas pode estar cometendo um erro. "O foco no futebol é mal aplicado", diz Danylo Mokrik, jornalista liberal de Lviv. "Os problemas da sociedade ucraniana estão em um nível mais profundo". Mokrik condena como sensacionalista a reportagem do Panorama, da BBC, que detalhou o racismo generalizado. "Aqui em Lviv quase não existem crimes de ódio racial violentos. Qualquer pessoa de qualquer cor pode assistir ao campeonato em segurança." A verdadeira história na Ucrânia, na opinião de Mokrik, é sobre Yulia Tymoshenko, que salienta os problemas no topo da política local.
A ex-primeira-ministra Tymoshenko está na cadeia, condenada por "abuso de autoridade". Líderes internacionais e grupos de direitos humanos são unânimes: as acusações foram forjadas e a líder política nacionalista deveria ser libertada. Em Lviv, parei no mercado Halitski, onde encontrei duas mulheres chamadas Luba. A história recente estava evidente em seus sorrisos. Dentes metálicos da era soviética brilhavam quando elas riam. Uma Luba vendia legumes de sua horta, a outra vendia queijo feito em casa. Ambas estavam complementando suas aposentadorias e ajudando a sustentar seus filhos adultos. "Eles foram à universidade e à escola técnica, mas mesmo assim não encontram emprego", disse uma delas. "Os políticos fazem tudo para si próprios. São corruptos", disse a outra. As estatísticas as confirmam. Pesquisas publicadas pelo grupo de professores Friedrich Ebert Stiftung, de Kiev, financiado por alemães, notou que em 2011 o PIB da Ucrânia cresceu 5,2%. A projeção para este ano é de que desacelere para 3,5%, porque o país, assim como o Reino Unido, faz comércio basicamente com a União Europeia. Esses números fortes do PIB não se traduziram, segundo a reportagem, em "benefícios em termos reais para a população" e "não geraram empregos ou dotaram o orçamento de recursos". As Lubas sabem quem é o culpado. "O país ainda é conduzido pelos russos. O presidente é russo, o primeiro-ministro é russo." Então quem elas apoiam politicamente? "Yulia", é sua resposta. Mas com sua opção nacionalista preferida na prisão, elas estão transferindo seu apoio para o partido político ultranacionalista Svoboda. O Svoboda é um sintoma mórbido. Enquanto algum tipo de nova ideia europeia de nação espera para nascer, o Svoboda prega uma noção mais antiga, catastroficamente fracassada, de nacionalismo de sangue e terra. É também o partido político de crescimento mais rápido na Ucrânia Ocidental.
Seus seguidores respeitam os veteranos da Halychyna, a brigada local das SS formada em 1943 para combater os soviéticos. Eles também prestam tributo à OUN e à OUP, milícias que praticaram uma campanha de limpeza étnica contra a população polonesa da região durante a guerra, que fazem os acontecimentos na Bósnia parecerem brandos: padres católicos foram eviscerados, aldeões foram reunidos em celeiros e igrejas e depois incendiados. O quanto esses milicianos e as unidades das SS se sobrepunham é um tema de discussão, assim como a mistura com grupos anteriores, que ajudaram os nazistas a assassinar mais de 95% dos judeus da região – cerca de 200 mil –, tarefa basicamente completada em apenas 18 meses, desde o início da Operação Barba Ruiva, em junho de 1941, até janeiro de 1943. Os líderes do Svoboda admiram protonazistas como Ernst Jünger e são "compreensivos" com Goebbels. Eles falam em "pureza do sangue" e da Ucrânia como "uma raça, uma nação, uma pátria". "Somos contra a diversidade", diz Yuri Michalchyshyn, o jovem chefe de propaganda do partido. "A Ucrânia é para os ucranianos." Mas a verdade é que a Ucrânia como um país-Estado de sangue puro é mais uma ideia que um fato histórico. Durante mais de 500 anos a parte ocidental ao redor de Lviv, que se chamava Galícia, foi governada ou pela Polônia ou pela Áustria-Hungria. Na época da invasão nazista, era um dos lugares mais diversificados da Europa. Lviv era, aproximadamente, 55% polonesa, um pouco mais de 30% judia e perto de 12% ucraniana. Também havia tártaros e russos a viver na região. Hoje ela é 90% ucraniana. A ideologia intolerante do Svoboda só foi elevada por causa da inépcia e da corrupção do establishment político pós-soviético da Ucrânia.
"Se os partidos democráticos fossem eficazes, ninguém votaria no Svoboda", diz o vice-reitor da Universidade Católica da Ucrânia, Myroslav Marynovych, que passou dez anos no gulag soviético por causa de suas atividades nacionalistas. Se houvesse uma política efetiva na Ucrânia, o Svoboda poderia ser reduzido a seu núcleo: os seguidores mais velhos do grupo SS e os integrantes dos ultras, que incluem os torcedores do time de futebol Karpaty Lviv. Seus vídeos em alta definição no YouTube são assustadores, assim como os comentários que endossam seus sentimentos racistas, que vêm de toda a Europa Ocidental, como este: "Continuem com o bom trabalho, senão seu país se perderá para sempre sou da Inglaterra … kateithesinger123". Mas, por enquanto, a política efetiva na Ucrânia não existe, por isso a mentalidade racista se firma entre a geração mais jovem. A feia xenofobia mantém torcedores de fora da Polônia e da Ucrânia longe da Euro 2012, mas o ativista antirracismo Pankowski vê o torneio como um evento histórico. "Ele obriga as pessoas a terem um confronto positivo com o multiculturalismo". Pela primeira vez na Polônia, afirma Pankowski, há um debate nacional sobre o que significa o multiculturalismo. "Precisamos garantir que não seja um debate apenas para este mês, mas que continue".
Publicado originalmente no site Carta Capital.
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Com a tensão controlada e "sem culpa", o governador Marconi Perillo passou por pouco no teste do detector de mentiras israelense, em seu depoimento na CPI do Cachoeira, segundo o laudo do perito em veracidade da Truster Brasil, Mauro Nadvorny. Ele disse a verdade ao negar propina em seu governo e telefonemas para Cachoeira, mas mentiu ao afirmar que "nunca teve relação" com o contraventor (Fonte: Cláudio Humberto).
 
A "V Copa Macabi Rio de Futsal" (leia reportagem no final desta edição) teve muitos atletas " fazendo bonito". Porém, Gabriel Nigri Sepúlveda (Sub09 da Equipe Haifa) foi além: fez dois gols em duas partidas diferentes, sendo merecedor do título "Destaque Esportivo" do evento. Amarelinha nele!
 
 
Nasceu, na Virginia (EUA), Victor Monteverde Scott, filho de Vivian e Jasson, neto de David e Carmen Monteverde, Charlotte e Jaff Scott.
 
 
Miriam Tendler, coordenadora de pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), anunciou o desenvolvimento da primeira vacina do mundo contra a esquistossomose, doença que atinge 200 milhões de pessoas no planeta. A expectativa é que o produto chegue ao mercado em até quatro anos. Tanto a origem da tecnologia, como a coordenação dos trabalhos de 30 anos foi feita por cientistas brasileiros, o que também marca o ineditismo da droga, a primeira destinada a humanos com esse selo totalmente nacional. "Esta inovação é originalmente brasileira, o que coloca o país na fronteira do conhecimento em uma área de alta complexidade tecnológica", afirma ela.
Acaba de ser inaugurada a "28ª Exposição de Artes Plásticas da Associação dos Funcionários do BNDES" (Centro). A edição de 2012 homenageia o professor Alberto Kaplan, que há 12 anos dá aulas de aquarela no "Projeto Saúde da Cipa/BNDES" e que apresenta cinco trabalhos: "Dutos e redutos", "Espaço fluido", "Vicejante" (óleo sobre tela), "Torrão" e "Tenuismo" (aquarela sobre papel). Esse ano, a mostra também marca a estreia de novos artistas, como Marlene Rubinsztajn Blajberg, e conta com tradicionais expositores, como Salo Coifman.
Marlene Rubinsztajn Blajberg, Alberto Kaplan e Salo Coifman
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Oportunidades profissionais
As empresas cadastradas no "Projeto AvodáRio" estão oferecendo as seguintes vagas: estagiário de direito, estagiário engenharia civil, organizador de evento, departamento administrativo, coordenador de RH. O "AvodáRio", que tem o apoio do ALEF News, é um projeto gratuito que visa recolocar candidatos no mercado de trabalho e auxilia empresas com currículos dentro do perfil solicitado. Informações: (21) 2266-2415 e (21) 8018-2288, e-mail e site.
Rezas e falecimentos
- O ALEF News se solidariza com a família e os amigos de Walter Lerner.
- Jacob R. Kutwak - "Descoberta da matzeiva" - Dia 01 de julho, às 10:20h, no Cemitério Israelita de Vilar dos Teles.
- Para comunicar rezas e falecimentos: acesse aqui.

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Dia 20 de junhoAlessandra Levy, Alexandre Schvartzer, Alfredo Szterenbuch, André Menache, Avi Najman, Beny Chor, Bettina Orenbuch, Branca Feldman, Clara Spilberg, Clara Balassiano, Dan Oberman, Daniel Burla, Deborah Flinker, Elias Balassiano, Ezequiel Mizrahi, Frida Fischler, Gabriel Doctorovich, Glicia Nahon, Irene Grinspun, Joyce Rapoport, Luciene Levokovits, Molka Waynberg, Manoel Goldman, Marcia Elblink, Marcelle Snaider, Marcelo Wasserman, Maria Luiza Nigri, Mariana Leoratto Severo, Moyses Tayah, Priscila Beloch, Priscilla Fichman, Raquel Nigri, Rachel Simantob, Rafael Roizenblit, Ricardo Sadicoff, Rose Schlesinger, Safhira Diamante, Samuel Sechter, Shimon Goldblum, Shelly Segal, Simone Frydman, Zatir Ciprian.
Dia 21 de junho – Alberto Balassiano, Alexandre Obraczka, Bruno Ambar, Carlos Alberto Skaba, Daniel Anspach, Eduardo Faerman, Elisa Coifman, Esther Shor, Esther Lea Baran, Fabiane Benchimol, Gilberto Soriano, Giselle Christof, Guita Ainbinder, Herman Abraham, Isaac Moise Yadid, Isaac Benitah, Jacques Anidjar, Jayme Spector, Karen Rabinovitch, Karen Alhanati, Léo Davidovitsch, Lílian Maria Nunes Moura de Souza, Malvina Waksman, Marcelo Solomon, Marcelo Obraczka, Marisa Resnitky, Menache Zeitune, Nilce Nigri, Nissim Levi, Nissim Zeitune, Renato Levy, Shalom Haim, Stefanie Feinstein, Vanessa Resnitky.
Dia 22 de junho - Alberto Behar Wasserman, Alexandra Alhadeff, Alvaro Pricken, Arnaldo Risemberg, Bernardo Chapermann, Carlos Guitmann, Carina Balassiano, Daniel Chut, Daniel Robinson, Estêvão Leitmann, Fortunee Balassiano Soares, Gabriela Cherem Samuel, Helena Wester, Janine Cynamon Ajzman, Jorge Doctorovich, Jose Mizrahi, Karin Cagy, Lidia Leder, Lilian Schlesinger, Maurício Simantob, Marcos Birenbaum, Max Subkoff, Patrícia Tevah, Pedro Zagury, Roberto Haddad, Sara Gutwilen, Vitória Sztejnman.
Aniversariantes - Consulte a lista completa: acesse aqui. Inclua seu nome na lista de aniversariantes: acesse aqui. Fale conosco: acesse aqui.
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Fique por dentro
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Wizo participa da "Rio+20 - A participação da Wizo neste evento, de âmbito internacional, vai bem mais longe do que a presença marcante na marcha em manifesto contrário à vinda do líder iraniano Ahmadinejad ao país, ocorrida no último domingo. Sendo a Organização, em nível mundial, membro da ONU e da ECOSOF E UNICEF, sua presença em fóruns que tratam a defesa dos direitos humanos, o incremento da participação da mulher como modo de apoiar os esforços em prol da sustentabilidade do planeta e a melhoria de condições ambientais para as futuras gerações era mais que aguardada. Helena Kelner, presidente da Wizo Brasil, está representando a Wizo Mundial durante o "Fórum de Mulheres Líderes", que versa sobre o tema "O Futuro que as Mulheres Querem" - igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres para o Desenvolvimento Sustentável, que começou ontem (dia 19 de junho) e vai até amanhã (dia 21 de junho), com a presença de várias líderes de diversos países e demais representantes destes segmentos.
Assistindo ao encontro, liderado pela ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, Helena Kelner terá uma importante missão a relatar às lideranças Wizo Mundial: o que deverá a Wizo realizar em termos de uma melhor atuação diante dos problemas que serão discutidos na oportunidade. O fórum "O futuro que as mulheres querem" é uma oportunidade ímpar de aprendizado e de troca de experiências entre mulheres de todas as nações. E, com certeza, muito terá a Wizo para ensinar, a todas, pois, em todos os segmentos a que estarão voltados os debates, a Organização vem caminhando a passos largos voltando-se ao futuro das novas gerações e estendendo este seu olhar a todas as mais de 50 federadas que em todo o mundo esforçam-se por tornar o planeta, mais bonito, mais saudável e mais próprio para se viver.

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Quarteto de cordas traz para o TTH Bar-Ilan a música extraordinária das orquestras - Olhinhos brilhando e expressões faciais boquiabertas: foi assim que os alunos do Ensino Fundamental I e II estavam diante da música sublime tocada pelo quarteto de cordas Guerra-Peixe, que trouxe para os jovens uma grande oportunidade de entrar em contato com os instrumentos de corda que formam as orquestras. Composto por Cecília Mendes, violinista da Orquestra Sinfônica da UFRJ; Ricardo Amado, spalla (primeiro-violino) da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e violinista da Orquestra Sinfônica da Petrobrás; Sônia Katz Feldstein, 2º violino da Escola de Música da UFRJ; Ronildo Alves, violoncelista da Orquestra Sinfônica da UFF; e Bruno Collyer, contrabaixo da Orquestra Coral Petrobrás, o grupo tocou músicas clássicas e contemporâneas, levantando a animada plateia com "Hava Naguila" e encantando ao executar "Aquarela do Brasil", de Ari Barroso. Jonathan Solomon Feldstein, do 7º ano (Fundamental II), filho da violinista Sônia Katz Feldstein, que estuda violino desde os seis anos, tocou uma "dança" com o quarteto e ganhou muitos aplausos de seus colegas. Ao final, os músicos permitiram aos alunos "experimentar" seus instrumentos. Foi uma tarde inesquecível para todos que compartilharam esses momentos especiais.
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Pequenos cientistas no Eliezer-Max - Nossos alunos da Pré-Escola II, ao conversarem, na rodinha, sobre o tema água, sua importância e diversas utilizações no dia a dia, fizeram o seguinte comentário: podemos fazer experiências com água e tintas de cores diferentes! Os alunos, então, reutilizaram as garrafas pet colocadas nas caixas de sucata, colocaram água e duas cores de tintas em cada uma delas. Assim, criaram novas cores, misturando-as. A partir desta experiência, realizaram também atividades como composição e decomposição e escrita espontânea. O grupo mostrou-se muito interessado em suas observações científicas e sugeriu outras misturas como, por exemplo, água, areia e tinta. Dessa maneira, exploraram, na água, objetos que boiam e que afundam, misturas heterogêneas como água e óleo, e as características da água potável e da água poluída. O espaço também foi de conscientizar nossos alunos que puderam observar onde encontramos água no nosso planeta e como devemos cuidar dessa riqueza natural, conscientizando-os sobre a importância da preservação de nosso planeta. E, assim, as turmas da Pré-Escola II iniciaram suas descobertas científicas em seu processo de pesquisas sobre os cuidados com a água do planeta.
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"Copa de Futsal da Macabi Rio" já tem seus finalistas - As partidas semifinais e finais da "Copinha da Macabi Rio" (07 a 13 anos) serão realizadas em duas etapas, a partir do próximo final de semana. A Hebraica e Monte Sinai, clubes onde a competição está sendo disputada, vão receber doações de agasalhos nos dias dos jogos.


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